segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Josué 1:1-9: "A grande LIbertação"
Série de Sermões: Reformas na vida do Povo de Deus
Pregação por Partor Luís de Matos
Pregação por Partor Luís de Matos
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
2 Samuel 9 - "De graça recebeste, dá de graça"
Série de Sermões: De graça recebeste, dá de graça
Pregação por Luís de Matos
Pregação por Luís de Matos
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Que graça defendemos nós?
Texto retirado do livro «El precio de la Gracia» de Dietrich Bonhoeffer (pastor e teólogo alemão)
“A graça
"barata" é o inimigo mortal da nossa Igreja. Hoje, nós lutamos pela
graça cara.
A graça
barata é a graça que é considerada como uma mercadoria, é o perdão que é
desperdiçado, o consolo que é desperdiçado, o sacramento que é desperdiçado, é
a graça como armazém inesgotável da Igreja, de onde a colhem mãos imprudentes
para a distribuir sem hesitação nem limites; é a graça sem preço, que não custa
nada. Porque se diz que, de acordo com a natureza da graça, a factura foi paga
antecipadamente para sempre. Graças a essa factura já ter sido paga podemos ter
tudo de forma gratuita. As despesas cobertas são infinitamente grandes e,
portanto, as possibilidades de utilização e de desperdício são igualmente
infinitamente grandes. Além disso, o que seria uma graça que não fosse graça
barata?
A graça
barata é a graça como doutrina, como princípio, como sistema, é considerar o
perdão dos pecados como uma verdade universal, é o amor de Deus interpretado
como uma «ideia» cristã de Deus. Quem afirma essa graça possui já o perdão dos
seus pecados. A Igreja que defende essa doutrina participa já dessa graça
devido à sua própria doutrina. Nessa Igreja, o mundo encontra um véu barato que
serve para encobrir os seus pecados, dos quais não se arrepende e dos quais não
deseja libertar-se. Por isso, a graça barata é a negação da palavra viva de
Deus, é a negação da encarnação do Verbo de Deus.
A graça
barata é a justificação do pecado e não do pecador. Uma vez que a graça faz
tudo por si própria, as coisas devem permanecer como antes. «Todas as nossas
obras são em vão». O mundo continua a ser mundo e nós continuamos a ser
pecadores «mesmo quando vivemos uma vida melhor». Que o cristão viva como o
mundo, que se assemelhe em tudo a ele e que não procure (sob pena de cair na
heresia do iluminismo), levar uma vida diferente debaixo da graça da vida que
leva quando vive debaixo do pecado. Que se guarde de se enfurecer contra a
graça, de se burlar da graça imensa, barata, e de reintroduzir a escravatura à
letra tentando viver em obediência aos mandamentos de Jesus Cristo. O mundo
está justificado pela graça, por isso, por causa da seriedade dessa graça, para
não colocar resistência a esta graça insubstituível, o cristão deve viver como
o resto do mundo.
O
cristão gostaria de fazer algo de extraordinário; não o fazer, mas ver-se
obrigado a viver mundanamente é a renúncia mais dolorosa. Contudo, tem de levar
a cabo esta renúncia, negar-se a si mesmo, não se distinguir do mundo no seu
modo de vida. Deve deixar que a graça seja realmente graça, afim de não
destruir a fé que tem o mundo nesta graça barata. Mas na sua mundanidade, nessa
renúncia necessária que deve aceitar por amor ao mundo, ou melhor, por amor à
graça, o cristão deve estar tranquilo e seguro na possessão dessa graça que faz
tudo por si própria. O cristão não tem de seguir a Jesus, basta consolar-se com
essa graça. Essa é a graça barata como justificação do pecado, mas não do
pecador arrependido, do pecador que abandona o seu pecado e se converte; não é
o perdão dos pecados o que nos separa do pecado. A graça barata é a graça que
temos por nós próprios.
A graça
barata é a pregação do perdão sem arrependimento, do baptismo sem disciplina
eclesiástica, da comunhão sem confissão dos pecados, da absolvição sem
confissão pessoal. A graça barata é a graça sem seguir Cristo, a graça sem a
cruz, a graça sem Jesus Cristo, vivo e encarnado.
A graça
cara é o tesouro escondido no campo, por amor do qual o homem vai e vende tudo
o que tem, com alegria; é a pérola preciosa, pela qual o comerciante dá todos
os seus bens; o senhorio de Cristo, pelo qual o homem arranca o olho que
escandaliza; o chamamento de Jesus Cristo, que leva o discípulo a deixar as
suas redes e segui-lo.
A graça
cara é o Evangelho, que se deve sempre procurar de novo. É cara porque nos
chama a seguir, é graça porque chama a seguir Jesus Cristo; é cara porque o
homem a adquire com o preço da própria vida, é graça porque lhe doa a vida; é
cara porque condena o pecado, é graça porque justifica o pecador. Sobretudo, a
graça é cara porque custou muito a Deus; porque custou a Deus a vida do próprio
Filho, «fostes adquiridos por um grande preço», e porque o que foi caro para
Deus não pode ser barato para nós. É graça, sobretudo, porque Deus não
considerou muito caro o seu Filho para resgatar a nossa vida, mas entregou-o
por nós. Graça cara é a encarnação de Deus.
A graça
cara é a graça como um santuário de Deus que há que proteger do mundo, que não
pode ser entregue aos cães; portanto, é a graça como palavra viva, a palavra de
Deus que ele mesmo pronuncia quando mais lhe agrada. Esta palavra vem até nós
na forma de uma chamada misericordiosa de seguir Jesus, apresenta-se ao
espírito angustiado e ao coração abatido como uma palavra de perdão. A graça é
cara porque obriga o homem a submeter-se ao jugo de seguir Jesus Cristo, mas é
uma graça que Jesus diga: «O meu jugo é suave e o meu fardo é leve».”
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Relato da Crucifixão de Jesus
Um relato pelo
Dr. Barbet (médico francês) dos sofrimentos de Jesus:
NO GETSÊMANI (Lucas 22.44)
Jesus entrou
em agonia no Getsêmani e o seu suor tornou-se em gotas de sangue a escorrer
pela terra. O único evangelista que relato o facto é um médico, Lucas. E faz
isso com a decisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é
um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é
necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento
causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
O terror, o
susto, a angústia terrível de sentir que carregava todos os pecados dos homens
devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas
veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue mistura-se com
o suor e concentra-se sobre a pele e então escorre por todo o corpo até a
terra.
A FLAGELAÇÃO E A COROA DE
ESPINHOS (Lucas 23.1-25, João 19.1-17)
Conhecemos a
farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos
e o desempate entre o procurador romanos e Herodes. Pilatos cede e então ordena
a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e prendem-no pelos pulsos a
uma coluna do pátio.
A flagelação efectua-se
com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de
pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado e de diferentes
estaturas. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de
microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele dilacera-se e rompe-se; o
sangue espirra. A cada golpe Jesus reage num sobressalto de dor. As forças esvaem-se;
um suor frio impregna-lhe a fronte, a cabeça gira numa vertigem de náusea,
calafrios correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos
pulsos, cairia numa poça de sangue.
Depois, o
escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os
algozes entrelaçam uma espécie de capacete e aplicam-lho sobre a cabeça. Os
espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o
quanto sangra o couro cabeludo).
A CAMINHADA ATÉ O CALVÁRIO
(Lucas 23.26-32)
Pilatos,
depois de ter mostrado aquele homem dilacerado á multidão feroz, entrega-o para
ser crucificado.
Colocam sobre
os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns 50 quilos. A
estaca vertical já está colocada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços
pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados puxam-no
com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um
pé após o outro, frequentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus
estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga escapa-se-lhe,
escorrega e esfola-lhe o dorso.
Finalmente,
para ganhar tempo, os soldados escolhem um homem na multidão, Simão, que vinha
do campo, e colocam-lhe a estaca sobre suas costas, para que a levasse após Jesus.
A CRUCIFICAÇÃO (Lucas 23.33-49,
João 19.18-37)
Sobre o
Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua
túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma
atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de
tecido adere á carne viva; ao levarem a túnica laceram as terminações nervosas
postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um
risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue
começa a escorrer.
Jesus é
deitado de costas, as suas chagas incrustam-se de pó e pedregulhos.
Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com
uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.
Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no
sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo furam-no e rebatem-no
sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo
mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor
lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos
ombros, atingindo o cérebro.
A dor mais
insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos
grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em
Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece
em contacto com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo vai
esticar fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada
solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um
suplício que durará horas.
O carrasco e
o seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocam-no
primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, encostam-no
na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz
sobre a estaca vertical.
Os ombros da
vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da
grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para
frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada
vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam as pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os
pés.
AS HORAS NA CRUZ
Jesus tem
sede. Não bebeu desde a tarde anterior. O seu corpo é uma máscara de sangue. A
boca está semiaberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, queima-o,
mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado estende sobre a ponta de uma
vara uma esponja embebida em bebida ácida em uso entre os militares. Tudo
aquilo é uma tortura atroz.
Um estranho fenómeno
se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contracção
que vai se acentuado: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos
encurvam-se. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto os médicos
chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdómen enrijecem
em ondas imóveis; em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço e os
respiratórios.
A respiração faz-se,
pouco a pouco, mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue sair.
Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em
plena crise, o seu rosto pálido pouco a pouco torna-se vermelho, depois
transforma-se num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela
asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está
impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.
Mas o que
acontece? Lentamente, com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio
sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, eleva-se aliviando a
tração dos braços. Os músculos do tórax distendem-se. A respiração torna-se
mais ampla e profunda, os pulmões esvaziam-se e o rosto recupera a palidez
inicial. Porquê este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes
porque não sabem o que fazem". Logo de seguida o corpo começa a afrouxar
de novo e a asfixia recomeça.
Foram
transmitidas sete frases pronunciadas por Ele na cruz: cada vez que quer falar,
devera elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Que tortura!
Atraídas pelo
sangue que escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu
corpo, mas Ele não pode enxotá-las. Pouco depois, o céu escurece, o sol se
esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde. Todas as
suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, arrancam-lhe
um lamento: "Deus meu, Deus meu, porque me abandonastes?". Jesus dá
seu último suspiro: "Está tudo consumado!", e em seguida, "Pai,
nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre. Em meu lugar e no teu.
Fonte: http://www.ebdonline.com.br/
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Mateus 20:1-16 - "O escândalo da Graça"
Série de Sermões - De Graça recebeste, dá de graça
Pregação por pastor Luís de Matos
Pregação por pastor Luís de Matos
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
João 3:1-21 - "À procura da graça de Deus"
Série de Sermões - De Graça recebeste, dá de graça
Pregação por pastor Luís de Matos
Pregação por pastor Luís de Matos
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Éfesios 1:3-14 - "A graça da predestinação"
Série de Sermões - De Graça recebeste, dá de graça
Pregação por pastor Luís de Matos
Pregação por pastor Luís de Matos
terça-feira, 4 de setembro de 2012
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